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Em 1864, perto do fim da Guerra Civil dos Estados Unidos, as condições nos campos de prisioneiros dos Estados Confederados estavam péssimas. A superlotação era extrema e as taxas de morte dispararam.


Para aqueles que sobreviveram, as experiências angustiantes marcaram muitos por toda a vida. Eles retornaram à sociedade com problemas de saúde, piores perspectivas de emprego e menor expectativa de vida.

Mas o impacto destas situações não acabou com aqueles que as vivenciaram. Também tiveram efeitos sobre os filhos e netos dos prisioneiros, que pareciam ter sido herdados pela linhagem masculina das famílias.

Embora os filhos e netos não tivessem sofrido as dificuldades dos campos de prisioneiros de guerra - e sua infância tivesse sido boa -, eles apresentaram taxas mais altas de mortalidade do que a população em geral. Parecia que os prisioneiros haviam tinham transmitido algum elemento de seu trauma para seus filhos.

Mas, ao contrário da maioria das condições herdadas, isso não foi causado por mutações no próprio código genético. Em vez disso, os pesquisadores estavam investigando um tipo de herança muito mais obscuro: como os eventos na vida de uma pessoa podem mudar a forma como seu DNA se expressa e como essa mudança pode ser passada para a geração seguinte.

Este é o processo da epigenética, em que a expressão dos genes é modificada sem alterar o próprio DNA. Pequenas marcas químicas são adicionadas ou removidas de nosso código genético em resposta a mudanças no ambiente em que estamos vivendo.

Essas marcas ativam ou desativam os genes, oferecendo uma maneira de se adaptar às mudanças de condições sem impor uma mudança mais permanente no genoma.

Mas se essas mudanças epigenéticas adquiridas durante a vida pudessem ser transmitidas às gerações futuras, as implicações seriam enormes. Suas experiências durante a sua vida - particularmente as traumáticas - teriam um impacto real em sua família durante as próximas gerações. Há um número crescente de estudos que sustentam esta ideia.

Genética ou epigenética?

Para os prisioneiros nos campos dos Estados Confederados, essas mudanças epigenéticas foram resultado de superlotação extrema, falta de saneamento e desnutrição. Os homens tinham de sobreviver com pequenas rações de milho, e muitos morreram de diarreia e escorbuto.


"Houve um período de fome intensa", diz Dora Costa, economista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. "Os homens foram reduzidos a esqueletos ambulantes."

Costa e seus colegas estudaram os registros de saúde de quase 4,6 mil crianças cujos pais eram prisioneiros, comparando-os com os de pouco mais de 15,3 mil filhos de veteranos de guerra que não haviam sido capturados.

Os filhos de prisioneiros tiveram uma taxa de mortalidade 11% maior que os filhos de outros veteranos. Outros fatores, como o status socioeconômico do pai, o trabalho do filho e seu estado civil não poderiam explicar a maior taxa de mortalidade, descobriram os pesquisadores.

Esta maior mortalidade foi principalmente devido a taxas mais elevadas de hemorragia cerebral. Os filhos de prisioneiros também tinham uma probabilidade maior de morrer de câncer. Mas as filhas de prisioneiros pareciam ser imunes a esses efeitos.

Esse padrão incomum por sexo foi uma das razões que levaram Costa a suspeitar que essas diferenças de saúde fossem causadas por mudanças epigenéticas. Mas, primeiro, ela e sua equipe tiveram de descartar que isso fosse um efeito genético.

"O que pode ter acontecido é que um traço genético que permitia ao pai sobreviver ao campo de prisioneiros, uma tendência à obesidade, por exemplo, era ruim em tempos normais", diz Costa. "No entanto, se você olhar dentro das famílias, havia apenas efeitos entre os filhos nascidos depois, mas não antes da guerra."

Se fosse um traço genético, as crianças nascidas antes e depois da guerra teriam a mesma probabilidade de ter uma expectativa de vida reduzida. Com uma causa genética descartada, a explicação mais plausível foi um efeito epigenético. "A hipótese é que há um efeito epigenético no cromossomo Y", diz Costa.

Este efeito é consistente com estudos em vilarejos remotos da Suécia, onde a escassez de oferta de alimentos teve um efeito geracional na linhagem masculina, mas não na feminina.

Mas e se esse maior risco de morte fosse devido a um legado do trauma do pai que não tivesse nada a ver com o DNA? E se os pais traumatizados fossem mais propensos a cometer violência com seus filhos, levando a consequências para a saúde a longo prazo, com os filhos sofrendo mais disso do que as filhas?

Mais uma vez, comparar a saúde das crianças dentro das famílias ajudou a descartar esta hipótese. Crianças nascidas de homens antes de se tornarem prisioneiros não tiveram um aumento na mortalidade. Mas os filhos dos mesmos homens nascidos após a experiência no campo de prisioneiros, sim.

Acredita-se que guerras, episódios de fomes e genocídios tenham deixado uma marca epigenética nos descendentes daqueles que os sofreram.


Alguns estudos se mostraram mais controversos que outros. Uma pesquisa de 2015 da Escola de Medicina do Hospital Mount Sinai, nos Estados Unidos, descobriu que os filhos de sobreviventes do Holocausto tinham alterações epigenéticas em um gene que estava ligado aos seus níveis de cortisol, um hormônio envolvido na resposta ao estresse.

"A ideia de que há um sinal epigenético em descendentes de sobreviventes de traumas pode significar muitas coisas", diz Rachel Yehuda, coautora do estudo. "É interessante que isso esteja lá."

O estudo foi pequeno, com apenas 32 sobreviventes do Holocausto e 22 de seus filhos, e um pequeno grupo de controle. Pesquisadores criticaram as conclusões do estudo. Sem olhar para várias gerações e pesquisar mais amplamente o genoma, não se pode ter certeza de que é realmente uma herança epigenética.

Yehuda reconhece isso e diz que estudos maiores para avaliar várias gerações seriam necessários para se ter conclusões mais sólidas.

"Foi um único pequeno estudo, com um corte transversal de adultos, muitos anos após o trauma parental. Mas o fato de termos um indício foi importante", diz Yehuda. "Agora, a questão é: como entender o mecanismo do que está acontecendo?"

Experimentos com camundongos permitiram que pesquisadores investigassem esta questão. Um estudo de 2013 descobriu que havia um efeito intergeracional do trauma associado ao aroma.

Pesquisadores da Universidade Emory, nos Estados Unidos, borrifaram acetofenona - um composto orgânico que tem cheiro de flor de cerejeira - através das gaiolas de ratos machos adultos, enquanto disparavam uma corrente elétrica em suas patas. Após várias repetições, os ratos passaram a associar o aroma da flor de cerejeira à dor.

Pouco depois, esses machos procriaram. Quando seus filhotes sentiram o cheiro de flor de cerejeira, ficaram mais agitados e nervosos do que filhotes cujos pais não tinham sido condicionados a temê-lo.

Para descartar que os filhotes estavam de alguma forma aprendendo sobre o cheiro com seus pais, eles foram criados por camundongos com os quais não tinham parentesco e que nunca haviam sentido o cheiro de flor de cerejeira.

Os netos dos machos traumatizados também demonstraram ter maior sensibilidade ao aroma. Nenhuma das gerações exibiu maior sensibilidade a outros odores além da flor de cerejeira, indicando que a herança era específica para esse aroma.

Essa sensibilidade ao cheiro da flor de cerejeira estava ligada às modificações epigenéticas no DNA de seu esperma. Marcadores químicos foram encontrados em um gene que codifica um receptor de olfato, expresso no bulbo olfativo entre o nariz e o cérebro, e que está envolvido na detecção do aroma da flor de cerejeira.

Quando a equipe dissecou os cérebros dos filhotes, descobriram que havia um número maior de neurônios que detectavam o aroma da flor de cerejeira, em comparação com os ratos do grupo de controle.

A segunda e a terceira gerações pareciam não ter medo do perfume em si, mas sim de uma sensibilidade aumentada para ele. A descoberta traz à luz uma sutileza muitas vezes perdida sobre a herança epigenética - que a próxima geração nem sempre exibe exatamente o mesmo traço que seus pais desenvolveram.

Não é que o medo esteja sendo transmitido por gerações - é que o medo de um perfume em uma geração leva à sensibilidade ao mesmo perfume na próxima.

"Então, isso não é a mesma coisa", diz Brian Dias, autor do estudo. Até mesmo o termo "herança" deve ser explicado aqui, acrescenta ele. "Esta palavra sugere que tem de ser uma representação fiel de uma característica que é transmitida."

Como isso pode mudar a forma como vivemos

As consequências de transmitir os efeitos de um trauma podem ser enormes, mesmo que haja alterações sutis entre as gerações. Isso mudaria a forma como vemos nossas vidas no contexto da experiência de nossos pais, influenciando nossa fisiologia e até mesmo nossa saúde mental.


E saber que as consequências de nossas próprias ações e experiências podem afetar a vida de nossos filhos - mesmo antes que pudessem ser concebidos - pode mudar como escolhemos viver.

Mas há um grande obstáculo com a pesquisa sobre a herança epigenética: ninguém sabe ao certo como isso acontece. Alguns cientistas pensam que, na verdade, é um evento muito raro.

Uma das razões pela qual isso pode não ser comum é que a maior parte de um tipo de marca epigenética no DNA - a adição de um aglomerado de substâncias químicas conhecidas como metilação - é zerada desde o início da vida, e o processo de adição destes compostos químicos ao DNA começam quase do zero.

"Assim que o espermatozóide entra no óvulo em um mamífero, há uma rápida perda de metilação do DNA do conjunto paterno de cromossomos", diz Anne Ferguson-Smith, pesquisadora que estuda epigenética na Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

"Por isso, a herança epigenética transgeracional é uma surpresa. É muito difícil imaginar como você poderia ter uma herança epigenética quando há um processo de remoção de todas as marcas epigenéticas e a criação de novas na geração seguinte."

Existem, no entanto, partes do genoma que não são zeradas. Um processo protege a metilação em pontos específicos do genoma. Mas esses locais não são aqueles onde as mudanças epigenéticas relevantes para o trauma são encontradas.

A ciência da herança epigenética sobre os efeitos do trauma ainda é jovem, o que significa que ainda está gerando um debate acalorado. Para Yehuda, que fez um trabalho pioneiro sobre transtorno de estresse pós-traumático (EPT) na década de 1990, isso vem com uma sensação de déjà vu.

"Onde estamos hoje com a epigenética se parece com quando começamos a fazer pesquisas sobre EPT", diz ela. "Foi um diagnóstico controverso. Nem todos acreditavam que poderia haver um efeito a longo prazo do trauma."

Quase 30 anos depois, o transtorno do estresse pós-traumático é uma condição médica amplamente aceita que explica por que o legado do trauma pode se estender por décadas na vida de uma pessoa.

Mas, se um trauma puder ser transmitido entre gerações de seres humanos da mesma forma que parece ocorrer com camundongos, não devemos pensar que esta herança é inevitável, diz Dias.

Usando seus experimentos de flor de cerejeira em camundongos, ele testou o que aconteceria se os machos que temiam o cheiro fossem, depois, insensíveis ao cheiro. Os ratos foram repetidamente expostos ao aroma sem receber um choque.

"O rato não esqueceu, mas uma nova associação foi formada quando o aroma não foi mais ligado ao choque na pata", diz Dias.

Ao analisar o esperma, notou que foi perdida a assinatura epigenética "temerosa" característica após o processo de dessensibilização. Os filhotes desses ratos também não demonstraram mais a sensibilidade aumentada ao aroma. Então, se um rato "desaprende" a associação entre um perfume e a dor, a próxima geração pode escapar destes efeitos.

Isso também sugere que, se os seres humanos herdam um trauma de forma semelhante, o efeito em nosso DNA pode ser desfeito usando técnicas como a terapia comportamental cognitiva.

Fonte: BBC/Brasil
Leia a versão original em inglês: BBC Future

Tags: família, genética, pais, filhos, crianças, adultos, saúde, ciência, mental, cérebro, trauma, mente, humano

Neurocientista ensina como rejuvenescer o cérebro.

O cérebro é o órgão mais complexo e importante de nosso corpo. Tão importante quanto o coração até, se ele pare de funcionar, mesmo que o coração bata, o que ocorre é uma morte cerebral e não há mais nada que possa ser feito. Além de ser um órgão crucial para nossa sobrevivência. O cérebro é também cheio de mistérios, há inúmeras pesquisas em todos os campos possíveis que têm como objetivo entender melhor sobre sua funcionalidade e capacidade.

O que se sabe é que o cérebro é capaz de coisas incríveis, mas para isso é preciso conhecê-lo a fundo. Ainda não se sabe exatamente o que ele pode fazer e as pesquisas querem descobrir o quão capaz nosso cérebro é. Basicamente, todas as atividades que desenvolvemos passam por nosso cérebro, assim, é crucial que ele funcione bem para que tenhamos uma vida feliz.
O neurocientista Daniel J Amen durante palestra
Infelizmente, todos nós colecionamos maus hábitos e vícios que afetam nossa saúde cerebral. Até mesmo um dos neurocientistas mais famosos da atualidade tinha alguns hábitos não saudáveis que ele decidiu mudar.

Em busca de um cérebro saudável
Daniel J. Amen, um dos maiores neurocientistas da época decidiu estudar o próprio cérebro. Aos 37 anos, a tomografia de seu cérebro foi mais desanimadora do que ele previu. Seu cérebro parece irregular e feio. Isso porque ele não bebia, fumava ou usava drogas. Em compensação, ele tinha alguns maus hábitos: bebia refrigerante diet, sofria de estresse, dormia apenas entre 4 e 5 horas por noite e tinha excesso de peso.

Foi então que Daniel decidiu mudar seus hábitos, para ver de que forma isso afetaria a saúde de seu cérebro. E ele não fez isso apenas com ele mesmo, o cientista foi além e abriu dezenas de clínicas em todo o mundo. Há mais de 20 anos, ele realiza mais de 70 mil tomografias e descobriu que existe uma maneira de retardar o envelhecimento cerebral. Não apenas retardar, mas também reverter.


O que fazer para rejuvenescer o cérebro
Alguns hábitos são extremamente prejudiciais à saúde do cérebro. Coisas simples como ficar muito tempo em frente à TV, pensamentos negativos ou excesso de cafeína podem prejudicar nosso cérebro. Mas, felizmente, o órgão é bastante flexível e algumas mudanças podem logo gerar resultados.

Aprender coisas novas, ter uma dieta saudável e tomar multivitamínicos (com óleo de peixe) são alguns dos hábitos bons. Essas são algumas das coisas que Daniel começou a praticar no seu dia a dia. Além disso, ele também começou a praticar atividades físicas, a dançar e a pensar positivo. Pode parecer bobo, mas os pensamentos positivos fazem muito bem para a saúde.

A gratidão também se tornou uma prática diária. De acordo com o neurocientista, se você escolher três coisas para ser grato durante o dia, todos os dias, deois de três semanas o seu nível de felicidade aumentará significativamente. Dessa forma, nosso cérebro estará completamente saudável e isso irá cooperar com a saúde de todo nosso corpo. Não apenas fisicamente, mas também espiritualmente. Você será mais feliz, irá conseguir atingir suas metas e terá uma vida mais saudável.

Crédito: FatosDesconhecidos

Você conhece a história do misterioso Incidente do Passo Dyatlov? 


Mas, basicamente, ele envolveu 9 montanhistas russos liderados por Igor Dyatlov que, em 1959, partiram em uma expedição a uma região remota no norte dos Montes Urais e foram encontrados mortos em circunstâncias muito, muito estranhas.

Isso porque, embora fosse inverno, várias das vítimas foram encontradas com pouca roupa e descalças, e suas barracas mostravam sinais de terem sido rasgadas por dentro. Ademais, enquanto alguns dos corpos apresentavam mutilações, outros contavam com fraturas e ferimentos tão extensos que pareciam compatíveis com os de pessoas que morrem em acidentes de carro, hipótese que foi descartada na ocasião. Sem falar que os investigadores teriam encontrado vestígios de radiação nas roupas dos montanhistas. Enfim, muito sinistro...


Em busca de respostas
Passaram-se 60 anos desde a terrível descoberta dos cadáveres e, apesar de incontáveis teorias terem surgido ao longo dos anos a fim de explicar o que pode ter acontecido – como a de que os montanhistas teriam sido vítimas acidentais de testes militares, do ataque de alienígenas nervosos ou de algum monstro das montanhas –, o caso segue até hoje sem solução.


Entretanto, isso pode mudar, pois, de acordo com uma notícia divulgada pelo site RT, as autoridades russas decidiram reabrir o caso, realizar novas investigações e tentar descobrir a verdade sobre o que aconteceu. Enquanto realizavam a expedição, os montanhistas capturaram muitas fotos pelo caminho, e alguns deles descreveram o progresso da aventura em diários.


Os jovens também deixaram tudo para trás no interior das barracas – dando a impressão de terem fugido de repente –, e esses itens devem ser detalhadamente reexaminados por especialistas forenses e um grupo de investigadores. Uma teoria que o time pretende analisar é a de que os montanhistas tenham sido atingidos por uma avalanche ou violenta tempestade de neve; por isso, devem visitar em março o local onde se deu o incidente. Será que finalmente o mistério será solucionado? 

Entenda o caso...
Nove esquiadores russos, liderados por Igor Dyatlov, em uma expedição ao norte dos Montes Urais foram encontrados mortos em fevereiro de 1959 em circunstâncias assustadoras e inexplicáveis.


As barracas de dormir foram rasgadas de dentro para fora e muitos dos montanhistas tentaram fugir a pé, mesmo enfrentando uma forte nevasca. Crânios fraturados e costelas partidas acredita-se que foram causados por uma força muito maior que a humana. Também foram encontrados níveis massivos de radioatividade nas roupas das vítimas. Até hoje nada foi esclarecido e permanece como um dos maiores mistérios da história.

Fonte(s): Megacurioso

tags: sinistro, terror, macabro, mistério, rússia, morte, assombrado, suspense, russian, killer, death, neve, gelo, alpinismo, alpinistas.

Veja o trailler do mais novo filme da série de terror "Brinquedo Assassino", desta vez apostando na inteligência artificial como o propulsor do pequeno homicida.

O reboot da franquia do boneco mais carismático e mortal dos cinemas está voltando. Ao invés daquele brinquedo da Good Guys que em 1988 foi tomado pela alma perversa de um serial killer, desta vez o Buddi é todo hi-tech — com direito a uma inteligência artificial assassina!

Saca só as funções moderninhas do Chucky 2.0, que pode ser controlado via tablet, computador ou smartphone:

  • Tem reconhecimento vocal com suporte da nuvem
  • Algoritmos treinados com aprendizado de máquina compreendem as variações e nuances da fala humana
  • Seus 20 sensores e câmeras fornecem informações sobre o ambiente em tempo real e permitem ao boneco aprender a cada interação com humanos
  • Seus sensores são os mais sofisticados do mercado, com reconhecimento de imagens em alta resolução e sensibilidade de aderência
  • Vem com habilidade de conversar tanto em inglês quanto e espanhol, com a opção de ampliação do número de idiomas


O Buddi não está à venda de verdade, mas, com o possível sucesso, quem sabe? Veja o trailer:


Na trama, uma mãe (Aubrey Plaza) dá ao seu filhote (Gabriel Bateman) um Buddi novinho de aniversário, mas, como dá para notar, as coisas dão errado. O longa é dirigido por Lars Klevberg (“Morte Instantânea”) e tem a produção de David Katzenberg e Seth Grahame-Smith, ambos de “It — A Coisa”. “Child’s Play” tem estreia está prevista para o dia 20 de junho.

A série original teve 7 filmes, com a estreia em 1989 e o último, “O Culto de Chucky”, lançado em 2017. E aí, o que achou dessa nova versão hi-tech malvadinha do Chucky?

Fonte: TecMundo

Marcadores: terror, brinquedo, filme, lançamento, child's play, trailler, movie, chucky, horror, sangue, homicida.

O atual universo cinematográfico da Marvel é uma das mais famosas e rentáveis franquias de filmes do cinema. Com 10 anos existência, a Marvel Studios conseguiu atrair uma legião de fãs e está crescendo cada vez mais nas telonas. 

Mas se os filmes da Marvel são popular agora, nem sempre as coisas foram assim.
No passado, a Marvel aceitou produzir obras de qualidade um tanto quanto questionáveis, que felizmente não marcaram a memória dos fãs (ou pelo menos a Marvel espera isso). Mas nós não esquecemos e resolvemos relembrar alguns dos 20 filmes menos memoráveis da Marvel. Confira:


Capitão América


A Marvel tentou emplacar o Capitão América em filmes bem antes do lançamento de O Primeiro Vingador, no qual Chris Evans interpretou o personagem. Uma das mais emblemáticas falhas de adaptação do personagem ocorreu no filme de 1990. Feito com baixo orçamento, quase ninguém viu o filme, que só foi exibido nos cinemas na França, chegando direto em VHS nas outras partes do mundo.


Blade Trinity


Terminar uma trilogia marcante não é fácil, mas Blade Trinity parece nem ter tentado em apresentar aos fãs uma conclusão satisfatória. No final, o filme apenas serviu para dar algum destaque a atores que posteriormente se tornariam grandes nomes em Hollywood, como Jessica Biel e Ryan Reynolds.


Howard, o Super-Herói


Guardiões da Galáxia fez sucesso pelo seu humor exacerbado, mas antes disso, a Marvel tentou a mesma estratégia em Howard, o Super-Herói. Focado no famoso pato antropomórfico, o filme foi um fiasco de crítica e público na década de 80. O personagem, porém, voltou a aparecer em Guardiões da Galáxia, filme que soube usar melhor a fórmula da comédia.


Doutor Estranho


Anos antes de Benedict Cumberbatch viver o personagem nos cinemas, a Marvel produziu um filme do Doutor Estranho direto para a televisão, em 1978. Talvez essa escolha de formato tenha sido a salvação da Marvel, já que ninguém lembra deste filme, mas o causador do próprio fiasco do longa-metragem, que foi criticado pelos efeitos visuais pouco chamativos.


O Retorno do Incrível Hulk


A década de 80 teve alguns filmes feitos direto para a TV estrelados pelo Hulk. Em O Retorno do Incrível Hulk, o herói verde conhece pela primeira vez o Thor, mas o filme não tem nada de memorável além disso. Um tanto quanto engraçado por apresentar um fisioculturista pintado de verde como o Hulk, o filme é a prova de que o personagem fica melhor quando criado em CGI. Stan Lee fez uma de suas participações especiais nesse filme.


X-Men Origins: Wolverine


Demorou algum tempo até o Wolverine ter um longa solo que fizesse justiça à popularidade do personagem como foi em Logan. A primeira tentativa da Fox em um filme solo do Wolverine ocorreu com essa criticada adaptação, que trouxe ainda um Deadpool grotesco que virou piada nos filmes protagonizados pelo personagem anos depois.


O Justiceiro de 2004


Antes de ter sucesso em mostrar o Justiceiro na televisão com a série Demolidor e em seguida o derivado focado no anti-herói, a Marvel investiu no filme O Justiceiro, que foi lançado em 2004. O ator Thomas Jane interpretou o personagem e foi criticado por torna-lo… muito carismático, algo um pouco incomum para o personagem. Entretanto, no geral, o filme não foi aprovado pelos críticos e pelos fãs.


O Justiceiro de 1989


O filme de 2004 não havia sido a primeira tentativa de emplacar o Justiceiro em um filme. O personagem já havia estrelado um longa na década de 80 com Dolph Lundgren como protagonista. Embora apresentasse uma versão mais fiel do personagem aos quadrinhos, o longa falhava em todo o resto e acabou esquecido entre os fãs da Marvel.


Quarteto Fantástico de 2005


É verdade que esse filme não foi esquecido e alguns fãs até mesmo defendem a obra. Mas a Marvel muito provavelmente prefere esquecer este longa, que foi duramente criticado por mostrar personagens descaracterizados em relação aos quadrinhos.


Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado


Como o primeiro filme do Quarteto fez um relativo sucesso, uma continuação foi desenvolvida anos depois. Ainda mais criticado que o primeiro, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado apresentou um Galactus bizarro em uma das sequências finais mais sem graças do cinema.


Quarteto Fantástico de 2015


Em uma das mais catastróficas adaptações do Quarteto, o Quarteto Fantástico de 2015 apresentou um filme estranho, sem um enredo envolvente e que desperdiçou um elenco carismático. O filme foi tão impopular que algumas pessoas realmente não lembram dele, mesmo ele tendo sido lançado há menos de 3 anos.


Motoqueiro Fantasma


Outro herói da Marvel que só foi encontrar na televisão uma “redenção” em suas adaptação live-actions foi o Motoqueiro Fantasma. Mesmo com Nicolas Cage e Eva Mendes no elenco, e efeitos especiais considerados razoáveis para a época, o filme de 2004 falhou por apresentar uma boa história ao espectador. Atualmente o personagem faz parte da série Agents of SHIELD.


Motoqueiro Fantasma: Espírito da Vingança


O primeiro filme do Motoqueiro Fantasma com Nicolas Cage em 2004 não foi a única tentativa de mostrar o personagem nas telonas. Em 2011, uma sequência foi lançada. Considerada muito pior que o primeiro filme, a continuação foi considerada cômica por muita gente (mesmo o filme tentando se levar a sério).


O Julgamento do Incrível Hulk


Outro filme do Hulk feito direto para TV na década de 80. No filme, o Hulk conhece o Demolidor, que precisa defende-lo de uma acusação de roubo. O filme sofre com um enredo fraco e com seus efeitos pouco espetaculares (mesmo para a época).


Geração X


Inspirado nas histórias dos X-Men, esse filme feito para a TV na década de 90 mostrava alguns dos mutantes menos populares dos quadrinhos. A ideia era que o filme abrisse caminho para uma série, o que não aconteceu. O público brasileiro, porém, talvez lembre do filme nas diversas reprises da Sessão da Tarde.


Nick Fury: Agente da SHIELD


O líder da SHIELD interpretado atualmente por Samuel L. Jackson já protagonizou um longa na televisão com David Hasselhoff no papel principal. Infelizmente, nem mesmo o carisma do ator foi o suficiente de salvar esta obra do esquecimento.


Guerreiros de Fogo


O filme foi uma adaptação das HQs da heroína Red Sonja e tinha Arnold Schwarzenegger e Brigitte Nielsen nos papéis principais. Como a personagem nunca fi popular entre o grande público, o filme, que recebeu diversas críticas, também acabou sendo rejeitado pela audiência e esquecido com o tempo.


Homem-Aranha: O Filme


Antes de estrelar o aclamado longa de 2002, o Homem-Aranha protagonizou um filme em 1977 feito para a televisão. O longa devia servir como um piloto para uma futura série de TV, mas foi tão criticado que os planos para a série foram cancelados.


Demolidor


Um dos mais criticados filmes de super-heróis atuais é o Demolidor estrelado por Ben Affleck. Apresentando um personagem pouco carismático e desinteressante, o filme manchou a carreira de Affleck e fez o personagem ficar sumido por um bom tempo até se tornar estrela de uma série na Netflix.


Elektra


Mesmo com o fracasso de Demolidor, a Fox, produtora do filme, resolveu não abandonar o universo do personagem e fez um filme focado em Elektra, a personagem de Jennifer Garner que conseguiu se destacar no longa original. Novamente, a ideia não deu certo. Elektra foi tão mal nas bilheterias que alguns estúdios usavam o filme como desculpa para não investir em filmes como heroínas, pois achavam que a culpa da baixa arrecadação do longa era do fato de ele ser protagonizado por uma mulher. Felizmente, Mulher-Maravilha, que veio anos depois, provou que heroínas fazem tanto sucesso quanto os super-heróis (quando o filme é bom).

Matéria publicada em: observatoriodocinema

Somente no Brasil, a cada 19 horas um LGBT é assassinado ou suicida vítima da "LGBTfobia", e que coloca o país entre os primeiros no ranking de países nesse tipo de crime. Os dados foram coletados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que há 38 anos vem coletando dados estatísticos sobre assassinatos e mortes de pessoas LGBT.

E, por esse motivo não deve ser muito difícil de imaginar o porque muitos artistas ainda preferem se manter 'no armário' ou viverem suas vidas escondendo quem são de verdade. Hoje, listamos alguns artistas brasileiros que trabalham numa das maiores emissoras de televisão do mundo, a Globo, e que recentemente saíram do armário. Definitivamente um ato de coragem e respeito. Confira!

1 - Nanda Costa


No último dia dos namorados, 12, a atriz Nanda Costa fez uma publicação cheia de amor para sua então namorada Lan Lanh, e fez a internet ir a loucura. Muitos comentários foram feitos na postagem, sendo a grande maioria desejos de boas energias ao casal.


2 - José de Abreu


Durante um bate papo na internet, em janeiro de 2013,  o ator José de Abreu, 72, se assumiu bissexual. "Eu sou bissexual e daí?" disparou o ator enquanto conversava com os internautas naquela madrugada.


3 - Jesuíta Barbosa


"Sou livre e fico com quem eu quiser - sejam homens ou mulheres' disse o ator em uma entrevista à equipe de reportagem de uma famosa revista brasileira. No entanto, Jesuíta deixa bem claro que não gosta de falar sobre sua vida pessoal.

"A intimidade de cada um não precisa ser colocada à tona. Tem pessoas que colocam a vida pessoal em função de algo e eu acho isso muito bonito, mas falar da minha família ou com quem eu estou, não. Sou livre e fico com quem eu quiser - sejam homens ou mulheres. Prefiro não me bloquear." afirmou Barbosa.


4 - Carol Duarte


Uma das novas faces e que fez um excelente trabalho atuando em um dos recentes folhetins da Rede Globo, "A força do Querer", onde interpretou a personagem Ivana, Carol Duarte não tem problemas em exibir a namorada nas redes sociais.

Basta uma visita em seu perfil no Instagram para se deparar com declarações de amor e diversas fotos do amor de Duarte.


5 - Letícia Lima


Em entrevista para uma revista, a atriz Léticia Lima assumiu seu namoro com a cantora Ana Carolina, abertamente bissexual. No entanto, o posicionamento da atriz a respeito de sua orientação é direto em relação a levantar bandeiras. "Precisa falar o que? Sobre algo que é natural?", disse a Lima.


6 - Leonardo Vieira


A sexualidade do ator foi exposta após um blog de entretenimento postar uma foto do ator beijando uma pessoa em 2017. O ator teve que lidar com demonstrações de ódio por parte do publico que acompanha a carreira do ator e chegou a prestar queixa na polícia.


7 - Bruna Linzmeyer


A atriz assumiu no inicio de 2016 sua relação com a cineasta Kity Féo. Apesar de Bruna não falar muito sobre o assunto, é evidente que ela não deseja de nenhuma maneira esconder sua orientação sexual. Atualmente Linzmeyer namora Priscila Visman.


8 - Marco Nanini


O ator se assumiu publicamente gay em 2011, no entanto não gosta muito de falar sobre sua vida pessoal. Esse assunto para mim começou e se encerrou na minha declaração. Nem penso nisso. Quem quiser falar de mim fale. Sempre me senti confortável com o que sou. É o que tenho a dizer, não insista", disse Nanini em entrevista.

Créditos: 
Imagens: FORUM
Jesus Galvão - Goiano, Canceriano e Publicitário


Imagine você ter que pagar o governo para poder usar o WhatsApp e Facebook. Parece uma coisa absurda, não? Mas se Zuckerberg ainda se recusa a criar uma opção do Facebook pago, outros países estão tornando isso realidade. É o caso de Uganda, que criou um imposto para diversas plataformas de mensagem.

O parlamento local aprovou uma polêmica lei que cobrará 200 shiling (US$ 0.05, cerca de R$ 0,20) diariamente para poder usar plataformas de mensagens como Facebook, WhatsApp, Viber e Twitter. 

O argumento da lei é que essas redes sociais impulsionam "fofocas" e boatos – aqui no Brasil não é muito diferente, né?

A legislação foi orquestrada pelo presidente local Yoweri Museveni, que iniciou os trâmites do projeto no último mês de março. Na época, ele escreveu para o ministro das Finanças que a renda coletada pelo imposto ajudaria a lidar com as "consequências das fofocas". A lei deverá entrar em
vigor no dia 1º de julho.

Na carta, ele deixou claro que não queria impor impostos nos dados da internet, já que ela é útil para "funções educacionais e de pesquisa".

Nos últimos anos, as redes sociais viraram uma importante arma política em Uganda tanto para o atual governo quanto para a oposição. O acesso a plataformas do tipo foi derrubado durante a eleição presidencial de 2016 – segundo o atual presidente, isso foi feito para impedir que mentiras fossem
espalhadas.

Outras nações da África também têm criado leis que ativistas dizem que afetam a liberdade de expressão. Na Tanzânia, blogueiros são obrigados a pagar uma taxa de licença e devem mostrar quem suporta eles financeiramente.

Já o Quênia criou uma nova legislação de cibercrime, mas jornalistas e blogueiros ganharam na Justiça uma ação que impede que o governo elimine supostas notícias falsas.


Como o imposto será implementado?

Especialistas e pelo menos um grande provedor de internet, no entanto, levantaram dúvidas sobre como o imposto diário poderia ser implementado, segundo a BBC britânica.

O governo está trabalhando para que todos os chips telefônicos estejam devidamente registrados. De acordo com a Reuters, dos 23,6 milhões de celulares do país, apenas 17 milhões usam a internet. Como o governo de Uganda vai conseguir identificar cidadãos acessando as redes sociais ainda
é uma grande incógnita.

O imposto é polêmico por muitos acreditarem que é uma tentativa do governo reduzir a liberdade na internet. A lei ainda cria outras taxas, como 1% sobre transações financeiras realizadas pelo celular. Grupos civis sociais dizem que esse imposto vai afetar principalmente cidadãos mais pobres do país, já que eles raramente usam serviços bancários.

Está circulando na internet uma foto do ator Sylvester Stallone, 71, em que ele estaria sofrendo de câncer terminal. O assunto, aliás, é um dos mais comentados no Twitter brasileiro nesta segundafeira
(19).

De fato, a foto existe, mas ela é do filme "Creed", do personagem Rocky Balboa, interpretado pelo ator. Stallone, por sua vez, está muito bem de saúde.

As fotografias foram divulgadas em um perfil de Instagram de fãs do ator e mostra Stallone bastante
deteriorado, o que teria motivado o surgimento dos boatos. A foto, aliás, é antiga. No momento, Stallone está trabalhando em "Creed 2", com previsão de lançamento para este ano e é a
continuação do longa-metragem de onde teria surgido a imagem.

O ator é bastante ativo em suas redes sociais e tem postado frequentemente imagens ao lado de
colegas famosos, da família e em sets de filmagens.

Conspiração: O tsunami de 2004 não foi um desastre natural

Para conspirólogos, interesses sombrios provocaram a tragédia que devastou o Sudeste Asiático e comoveu o mundo no Natal de 2004


1) Onda de sangue
Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de 9,1 graus na escala Richter ao norte da Indonésia provocou o maior tsunami da história recente. Ele causou mais de 230 mil mortes em 13 países. Só na própria Indonésia, matou 40 mil pessoas e deixou outras 2 milhões desabrigadas. Geólogos afirmam que o abalo sísmico foi natural, mas alguns conspirólogos têm outras teses…

Instalações do controverso e conspiratório "Projeto Haarp"
2) Controle remoto
Fundado em 1993 nos EUA, o Projeto Haarp pesquisa como melhorar as transmissões de ondas de rádio nas camadas mais altas da atmosfera. Mas, segundo os teóricos da conspiração, suas antenas de alta frequência poderiam modificar a massa de ar que protege o planeta. Isso causaria grandes alterações nas condições de temperatura e pressão, desencadeando as ondas gigantes

3) O abalo salvou a Terra
Anos após a tragédia, circulou um e-mail dizendo que o terremoto que causou o tsunami foi criado artificialmente por ogivas nucleares de um submarino dos EUA naufragado no Oceano Índico desde 1978. O país detonou esses explosivos para causar uma alteração no eixo da Terra, salvando o planeta da colisão com um asteroide que chegaria por aqui em março de 2014

A culpa foi da Índia

Segundo o tabloide egípcio Al-Usbu, a tragédia foi fruto de uma série de testes nucleares secretos promovidos pela Índia, contando com a ajuda dos EUA e de Israel. De acordo com o jornal, as explosões aconteciam em áreas desertas, a centenas de quilômetros das áreas povoadas, mas seu impacto foi tão grande que conseguiu desencadear as ondas gigantes

O petróleo, sempre ele!

Na época, a boataria online dizia que intervenções de empresas petrolíferas britânicas na região poderiam ter causado o desastre. Supostamente, elas utilizariam perfurações horizontais em ângulos de 90º, que aumentariam a vazão do óleo produzido, mas também poderiam afetar as placas tectônicas. Depois da catástrofe, essas companhias encobriram todas as evidências

4) Vingança molhada
A Indonésia abriga a maior população islâmica do mundo. Foi o suficiente para muitos alegarem que os EUA haviam testado armas de destruição em massa, como retaliação pelos ataques de 11 de setembro de 2001. A principal prova seria a de que a base militar norte-americana na região, Diego Garcia, sofreu poucos danos



EXPLICANDO A VERDADE

Ciência e história não corroboram a tese do tsunami “sob encomenda”

– Vários estudos geológicos e registros de monitoramento no mundo todo apontam, sem margem de dúvida, que o tsunami foi causado pelo choque no deslocamento das placas tectônicas da Índia e da Birmânia

– Situada sobre a fronteira dessas placas, a região constantemente sofre com abalos sísmicos e ondas gigantes. Há uma predisposição natural

– Horas antes de a onda gigante se formar, moradores relataram a fuga de animais para o interior do continente, que só teria acontecido devido à sua sensibilidade em reconhecer os mínimos tremores de terra

– Além de não haver registros de vazamento de petróleo na região nessa época, nunca houve casos documentados de perfurações petrolíferas que causaram terremotos

– Em um comunicado oficial, a Marinha dos EUA afirmou que a base Diego Garcia foi protegida pela topografia do oceano profundo no local. Especialistas também atestaram que os maiores estragos aconteceram próximo à costa norte de Sumatra, e não à sul, onde fica a base

– Não há registro de submarinos dos EUA perdidos em 1978. Além disso, não havia motivos geopolíticos para que eles navegassem ou ficassem no Oceano Índico na década de 1970

– Para os cientistas, as ondas emitidas pelo Haarp não são capazes de influenciar o clima e acabam sendo absorvidas de forma imperceptível pela estratosfera


CONSULTORIA Ideval Souza Costa, geólogo do Departamento de Geologia da Universidade de São Paulo

FONTES Sites Telegraph, Al Jazeera, Indian Daily e BBC

Visto em: Mundo Estranho

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